ORÇAMENTO DESORDENADO

Qualquer orçamento ,seja ele qual for, devia ser a oportunidade de envolver todos,em objetivos delineados atempadamente criando as condições para atingir as metas a que se propuseram .Governar ,” PODER DE REGRAR UMA SOCIEDADE POLITICA ” com os vários poderes instituídos em prol do povo ,determinam entre portas sem dar grande cavaco ,o que fazer nas legislaturas seguintes.No entanto as diversas formas de governar autorizam outra classe de poder ,o poder do dinheiro,o poder da palavra ,o poder e não querer,o poder da autoridade,o poder militar ,o poder dos tribunais e o poder quem mais pode……

Todos podem ,mas, pelos vistos ninguém quer dar a outra face ,parlamentarismo, republica ,monarquia ,anarquia, ou absolutista ,são todos os poderes mais usados nos nossos dias ,mais camuflados ou mais descarados ,os poderes são exercidos de acordo ás “notas “que são tocadas.Nesta época as “notas ” de ” DÓ ” são as mais proferidas ou preferidas ,começando todas por ” SI ” , 

A  administração publica a tocar em ” notas ” de ” SOL ” cuja independência posta em causa devido á falta da soberania do estado ,reduz em muito toda uma orgânica construída pelos 3 poderes ,que afinal de contas tudo se resume a um mero poder O CAPITAL.

A republica total a que assistimos levanta muitas questões nomeadamente quem tem e detêm o verdadeiro poder ,quando o exerce ,e quando lhes convêm exercer.Não se pode fechar os olhos a toda esta trapalhada ,lavar as mãos apontando baterias para outro sistema se assim o entenderem e se der mais jeito.Assumir ,mesmo que viciado ,faz parte do jogo,mas, infelizmente o que assistimos é uma falta de estatuto no estado ,carisma presencial e um verdadeiro chefe de estado,mas sem estratocracia.

O maior soberano ” O POVO ” elege sempre quem os vai representar e não que se representem a eles mesmos nas negociatas pela calada da noite determinado com uma qualquer assinatura o destino de milhões de pessoas.Se vivemos numa democracia representativa e elegemos quem nos representa ,porque razão utilizam os colégios eleitorais de forma indireta ,mesmo que seja por delegados, nos digam quem nos vai representar ??É precisamente aí que começa todo este berbicacho e toda esta panelinha e que nunca vai terminar em prol dos favores ,amigos dos amigos , lugares dos lugares e vira o disco e toca o mesmo.Se é para mudar ,comecem por mudar a banda ,já que as “NOTAS ” que tocam estão demasiadas gastas ,o lustro das cadeiras poliu demasiado os mesmos rabos e a letra deixou de ser ouvida.

Sempre ouve nos ocidentais o nervosismo de como não deixar que se apoderem dos valores adqueridos ao longo dos exercícios governamentais ,hoje porém ,vemos o confronto direto desses mesmos princípios e desses receios que no fundo tinham razão de ser.A separação de poderes falhou abruptamente sem que muitos dos constitucionalistas e os republicanos se dessem ao trabalho de apresentarem um governo misto em ocasiões como a que estamos confrontados.Se bem me lembro ,cada legislatura tem os seus casos ,logo, tem que haver uma atitude diferente porque os tempos são muito diferentes onde o global é a palavra de ordem.

FORMALISMOS !!! FUNCIONALISMO !!   Façam a formalidade de funcionar bem e deixem-se de tretas.

DEFENDER PORTUGAL

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